segunda-feira, agosto 15, 2011

" Identidade".



Há dias que somos como uma flor, estamos brilhando exalando perfume até que venha o sol e a queima, assim deixando a com aparência feia, mucha, sem brilho e sem seu perfume impactante. Assim somos nos quando estamos perdendo a identidade, deixamos as coisas derredores nos acerta, pronto alvo atingido, afetado por palavras que tocaram o centro da alma, e foi apagando aquela luizinha que ainda brilhava; São palavras  mais forte que um tapa, mas dura que uma pedrada, são palavras...
Por isso analise mais suas amizades, ouça mais e perceba quem realmente te faz bem! Separe as e saiba fazer delas um bom uso, aniquilando as coisas supérfluas. Não deixe sua identidade apagar se assim como arquivo morto, que são engavetados e totalmente s esquecidos ao longo do tempo, e chega ao fim de pagarem se o que estava neles escritos.
Seja como Calebe¹, que por 45 anos não deixou seu coração envelhecer, assumiu mais um combate tomou posse do que era seu. Faça o mesmo! Tome tudo o que PE seu seja complacente aos outros, cultive aquilo que trás felicidade, você verá que seu circulo de amizade te manterá firme na sua identidade e seu brilho jamais apagará se.E por fim valorize á amizade que obterá, e se dela todas apenas for 1, é muito! Porque amigo é amigo, sabe e entende o valor da identidade, o valor da amizade! Pense Nisso!

Panmela Pacheco
Calebe-O personagem central deste texto é Calebe. Vejamos um pouco a história bíblica para saber quem é Calebe. O nome dele está relacionado com outro grande líder do povo de Deus, chamado Josué. Josué e Calebe eram jovens ainda quando Moisés e o povo de Israel chegaram ao limite da terra prometida. O povo de Deus tinha sonhado e sonhado com a terra da liberdade. Agora, finalmente, chegaram à fronteira, era só entrar e conquistar a terra. Mas, por inspiração divina, Moisés escolheu doze jovens e os mandou para espiar a terra. Dois deles eram Josué e Calebe. Os espiões viram uma terra maravilhosa e extraordinária que manava leite, mel e produzia frutos enormes. Era a terra dos sonhos, a terra que eles tinham esperado e que agora tinham alcançado. Passaram-se quarenta e cinco anos. Agora, finalmente, Israel entra e conquista a terra. Moisés já havia morrido. Josué, o companheiro de Calebe, é o primeiro, Calebe é o segundo. Ser o primeiro ou o segundo, não é problema, nunca foi o problema. Quando chega o momento da distribuição da terra, todos chegaram como loucos querendo receber a melhor terra, a mais produtiva, a terra mais fácil de ser conquistada, qual é a terra mais mole. Todos estavam procurando o vale, a planície, todo mundo escolhendo a melhor terra. Calebe, lá atrás, estava quieto. Quando todos já tinham escolhido as melhores terras e alguns ainda brigavam por elas; quando a maioria já estava tranqüila, então veio a vez de Calebe. Josué chegou pra ele e disse: "E você? Você merece terra boa. Você e eu fomos os únicos que chegamos a Moisés com um relatório positivo. Você merece a melhor terra. Desculpe-me por ter esquecido você." E Calebe disse: "Não fique preocupado, dá-me a montanha. Aquela montanha que aparentemente não produz nada. Aquela montanha aparentemente difícil de ser escalada. Dá-me a montanha!"
Diz a Bíblia que aquela montanha era habitada pelos enaquins, os gigantes daquela época, os ancestrais de Golias, aqueles gigantes guerreiros. A lança de um deles pesava quatro quilos e meio. Guerreiros, gigantes, cidades fortificadas em cima da montanha. O povo de Israel tinha conquistado parte da terra, mas não tinha conquistado a montanha.
Agora, Calebe olha para Josué e diz: "...dá-me este monte de que o Senhor falou naquele dia;" Josué 14:12
Em outras palavras: "Agora que não sobrou terra maravilhosa para mim, eu quero a montanha. Eu quero a terra dos gigantes. O Senhor disse que estará comigo. Eu subirei a montanha e derrotarei os gigantes." Aí está a figura maravilhosa de Calebe.


Nenhum comentário:

Postar um comentário