quarta-feira, maio 27, 2015

O que é Amor?


O que é o amor?
Quatro letras e um sentimento?
Um sentimento em apenas quatro letras?

Amor?
O amor pode dizer muitas coisas,
O amar quem o ama, se é que sabe o que isso significa.
Amor pela família, amigos, pessoas que não conhecemos,
Mais amamos com alma, amamos pela gratidão.

Mais será que isso mesmo é amor?
Será que somos capazes de dar nossas vidas por amor?
Será que temos esse amor por nos?
Amor, que não tirar a vida por um simples  sentimento “paixão”.

O amor, tem inúmeros significados, dependendo de qual forma coloca-lo.
Mais acredito eu, que o amor maior, é o amor próprio.
Amor que se zela, que se cuida,
Amor que não se deixa levar por qualquer palavra,
Amor  pela vida.

Se você souber o que é esse amor,
E souber lhe dar com ele,
Viver ele, e amar-te sobre todas as coisas.
Com certeza você estará pronto (a) para amar.

Porque esse amor supera circunstância,
Constrói uma mente forte,
Não quebra sua própria índole,
Não se deixa envaidecer, se perder por encantos.

Porque esse amor se ama.
Valoriza-se, se descobre, se conquista.
Esse amor é por você mesmo!
“O Amor próprio”.


E ai? Você sabe o que amar?

Panmela Pacheco


Uma História, uma data, um dia, uma hora, um amor



Era sexta-feira treze,
Quando ele sem perceber,
Deixou de perceber o que tinha que perceber.

Talvez o seu dia foi carregado,
Ou o aniversário de sua filha o preocupou ,
talvez o presente  dela tirou sua atenção.

O dia passou a noite chegou,
Talvez se lembrasse, mais de lado ficou.
Celular descarregou, mais por não o carregou?

E uma dúvida no coração dela plantou...
Mais a ela um poema ele recitou.

Segunda, não tenho planos,
Terça, acho que te amo,
Quarta, não te vejo,
Quinta, te desejo,
Sexta, te quero,
Sábado, te espero.
Domingo, foi um sonho.

Ela de canto se encolheu,
Seu coração entristeceu,
A voz se calou,
A lagrima rolou.

Era pra ter sido diferente,
Mas suas palavras não a convencerão.
E mais uma vez ela fecho seu coração.
E ela o deixou...

Nem explicações a convenceram,
Nem a lagrima a comoveu,
Talvez ele a amasse demais,
Mais um uma falha perdeu esse seu amor.


Triste ambos ficaram,
Ela por não conseguir continuar,
Ele por não aceitar.
Aceitar um perdão sem volta,
Uma chance não dada.

Panmela Pacheco

domingo, maio 03, 2015

Ambiguidade


Na verdade escrevo sobre tudo,
 E sobre nada,
Expresso o que quero dizer,
Quando na verdade escrevo o que não sinto.


 Tento entender o porquê,
 Quando na verdade já tenho respostas dentro de mim.
 Gosto de esclarecer, quando na verdade quero confundir.

E Quando é para confundir,
Digo coisas sem sentido.
 Por que no fundo no fundo, 
Não quero que ninguém entenda.



Panmela Pacheco

quinta-feira, abril 30, 2015

Cerimônia



Ela caminha entre os amigos,
Sorri frequentemente,
Abraça, e é abraçada.
Nada tira aquele sorriso,
Nada faz mudar aquele semblante  de 100% feliz.

O silêncio por um tempo a toma,
Seus olhos fixa ao nada,
Claro ninguém repara,
Sozinha encostada na árvore,
Ela vai além, dos seus pensamentos.

Passa um filme em sua memória,
Ela sorri, vira os olhos,
Mais também chora,
Ela escreve sua história.

Seu mundo é diferente,
Não consegue realmente escrever o que sente.
Carrega dúvidas em seu olhar,
Que ninguém consegue captar.

É ela sabe disfarçar.
Até que tenta  explicar,
Tenta escrever,
Compor nas musicas,
Mas nada a faz expressar.
Que mistério?
Porque será?

O que tem atrás desse olhar?
Mistério...


 
Panmela Pacheco

segunda-feira, abril 27, 2015

" Devaneios"


Às vezes é preciso parar para refletir,
Naquele tempo...
Onde havia alegria,
Mas também a tristeza.
Onde havia sorrisos,
Mas a alma chorava.

Onde ouvia se canções para limpar a mente, limpar o coração.
Onde tudo era puro, mas também escuro.
Também havia um casulo que nunca virava borboleta.
Por medo talvez...

Onde o sol brilhava, mas não esquentava.
Onde a noite caia em lagrimas,
Onde o travesseiro era lenço.
Nada, e nada mais acontecia...

Talvez o tempo passe e mude...
Talvez a lagrima se vá,
Talvez a tristeza se vá...

Mais é preciso chorar,
Se rasgar, afastar...
Porque no final de tudo você amadurecerá.
e perceberá que a vida é uma piada mal contada,
Mais que te faz refletir,
E percebe que conto de fadas é apenas conto.


Panmela Pacheco

Significado Devaneio: Estado de espírito de quem se deixa levar por lembranças, sonhos e imagens.

7 de Março ou Melhor Carnal 2014



Eu não te fiz nenhum poema;
Não separei nenhuma música que o lembrasse;
Não marquei datas,
não declarei paixões,
Não mostrei amor,
Mas te amei!

Não postei fotos juntos,
Não fui simpática quando deveria;
Não comentei sonhos,
Não vivi como deveria,
Tive medo em segredos;
Mas te amei.

Eu te amei cada manhã,
Cada sorriso;
Cada abraço seu;
Seu olhar, seus beijos;

É eu te amei, e deixei você parti.
E hoje sonho tudo que tive vontade de viver com Você.

Panmela Pacheco


"Culpa da bicicleta"

Depois  de 1 anos e quase 4 meses sem postar nenhum texto no meu BLOG "Sem palavras".
Hoje, voltei, é acho que com vontade de estar frequentemente escrevendo.
Segue mais um texto fresquinho. Espero que gostem!
Abraços!  Saudades do meu cantinho... rs





Era quase 19 horas e o telefone não tocava,
Mensagem não chegava como de costume as sextas-feiras.
A noite estava mais fria.
A fome era maior.
E não era sexta-feira 13.

Estava tudo muito estranho,
Tudo muito longe.
Era fechamento do mês.
A contabilidade vivia em horas extras.
Mais uma vez ela saiu às 20 horas.
Para sábado estar ali novamente.

E telefone? Nem tocava...

Uma surpresa, talvez, às 23 horas a ligação chega em casa.
Nada acontecera, mas estava frio, quieto demais.
Por dentro apenas chorava.
E ele nem notará.

Dormiu com ela como todos os finais de semana.
Pra ela era lindo estar do lado dele.
Não exclamava,
Nesta noite, ela apenas o abraçava fortemente.
 Como se fosse a ultima vez.

Sábado, chegou...
Ele a levou para trabalhar,
E ele foi pedalar, mais nem disse á ela.
Ela simplesmente o disse:
- Não iria me dizer?
Ele calou se.

O dia passou e a culpa não foi da bicicleta,
Não foi da noite fria,
Não foi do abraço, nem da lágrima que escorria quando ele se foi.

A culpa foi talvez de alguém,
Alguém que deveria expor seus sentimentos,
Acreditar, e enfrentar seus medos,
Alguém que deveria amadurecer.

Mas a culpa ficou nela, na bicicleta,
E se foi como sempre, sem nenhuma palavra dita.
Sem sorrisos, sem abraços, sem esperanças.
E mesmo assim todos finais de semana estavam juntos,
mais sem palavras e com a bicicleta.


Panmela Pacheco 




terça-feira, dezembro 31, 2013

Adeus 2013





Ultimo dia do ano,
E a retrospectiva passa em sua mente,
Passa os dias bons e ruins,
Passa as lágrimas que te fizeram serem forte,
As alegrias que te ensinaram a ver a vida com outros olhos.


Incrível como o tempo passa,
Tudo, passa tão rápido,
Que  percebemos quantas coisas deixamos o tempo levar,
Que poderia ter aproveitado mais,
Viajado mais, abraçado mais, beijado mais.


O tempo passa, e esquecemo-nos de viver com alegria,
Por causa de feridas que nos machucaram,
De lágrima que nos tornou uma pessoa fria,
Por momentos que nos enlouqueceram.


E chega o final do ano...
Onde tentamos conserta os erros,
E viver tudo em apenas uns dias do mês.
Mas agora, tarde de demais...


 O que tem que ser feito,
Tem que fazer o ano todo,
Não só na contagem regressiva...
Não só no final do ano.


Porque agora é tarde pra pensar em fazer alguma coisa,
Adeus tristeza, Adeus lembranças más...
Adeus ano velho!
Adeus 2013...



Panmela Pacheco

Não deixe de sonhar




Verdade que quem  quer consegue.
As vezes parece tão impossível realizar um sonho.
Viver um sonho.


Sonhar degraus altos é fácil,
Querer ir além, talvez seja fácil,
Coragem? Nem todos tem,
Mais sonhar não é impossível.

Impossível talvez seja realiza-los,
Mas que custa sonha- lós ?

Que custa brincar com a imaginação?
Qual problema de ir longe,
Conhecer lugares sem gastar nada?

Sonhos são assim, te leva pra lugares maravilhosos,
Te fazem crescer, viver e sonhar mais.

 E nada é cobrado, pressionado, apenas realizados...

Mas viver esses sonhos seja talvez impossível...
Mas sonhar te torna capaz de lutar.
Sonhe, sonhe alto, o mais alto.
Mas não deixe de sonhar.


Sonhe com espaço,
Sonhe com a lua, com o sol.
Sonhe com novos dias,
Com o novo amanhã,
Com lugares,
Por milhares.


Mas não deixe de sonhar, acreditar.
Porque sonhar te fará realizar,
Sonhe grande, sonhe...
Novos sonhe mais sonhe!

Panmela Pacheco

sexta-feira, dezembro 20, 2013

"Aquele Menino"





Aquele menino,
Cujo á esperança brilhava,
Seu coração palpitava,
Mas as alma chorava.


Aquele menino
Que vive sorrido,
Que canta sorrindo,
Mais sua alma chora.


Aquele menino
Que sente saudade
Que abraça com o olhar,
Mais sua alma chora.


Aquele menino
Que de tão pouca beleza,
Não liga pra tristeza,
Mais sua alma chora.


Chora por um carinho,
Chora por uma atenção,
Chora sua família,
Com aperto no coração.


Ninguém o entende,
Porque tanta atenção,
Só sabe o  julgar e chamar sua atenção.
Pobre menino...
Agora, o que doeu foi meu coração.


Aquele menino,
Que distrai se, disfarça-se,
Mas sua alma chora,
Com motivo e com razão.


Sua família está longe,
E ele sente falta daquela atenção,
Família faz falta, diz a sintonia da vida e de seu coração...
Pobre menino.

Panmela Pacheco

quinta-feira, dezembro 05, 2013

"Cuida de MIM"


Eu sei que não mereço mais Senhor,
Aquele seu abraço, seu toque, o seu brilho em mim.
Eu sei que não mereço mais...
Eu sei que não mereço ser chamado de sua filha, ser sua filha,
Eu não mereço...

Mas mesmo assim segura em minhas mãos,
Tira-me desse chão, não é chance que eu venho te pedir,
Porque muitas já me deram.
Mesmo sem as merecer.

Só te peço, por favor, cuida de mim com seu amor.
Eu só quero sentir me segura e saber que estais  comigo,
Que sua mão me guiará mesmo contra minhas vontades.

Porque  Senhor bem sabes que não tenho mais seus sonhos,
Não tenho mais suas vontades, o seus desejos de lutar.

Eu mudei, apaguei em mim aquele brilho de criança inocente que sonha o mais alto.
Hoje quero viver outra vida, Sonhar outros sonhos,
Mas quero saber que estais junto a mim.

Por favor, não me abandonas, Me ajuda a confiar em ti,
Segura minhas mãos o mas forte que puder,
Mas não deixe me morrer.

E mesmo se eu desistir, o Senhor me conhece e sabe que tentei chegar ao fim.
Então, só abrace me,segure me forte,mas não deixe EU ir sem VOCÊ.

Porque eu tento prosseguir,
Tento chegar ao fim,
Mas...

Mas, o Senhor sabes.
Cuida de mim...


Panmela Pacheco


sexta-feira, novembro 29, 2013

"Alma comprimida. Fale!"



Vontade de gritar.
Vontade de chorar.
Vontade de tantas coisas.

Vontade de tudo,
De coisas por impulso, talvez.
Mas, são vontades.

Vontade de cantar para disfarça,
Vontade de correr para não lembrar,
Vontades...

Vontades de não me machucar,
Vontades de poder falar,
Talvez mandar,
Vontades.

Vontades de sair,
Mais vontades de dormi também,
Vontades loucas,
Vontades frouxas.
Vontades...

Vontades de realizar,
Fugir m meio ao mar,
Vontades de amar.

Vontades é que não falta,
Vontades esgotam,
Mais só vontade, porque que a coragem?
Está logo ali sentado no sofá.

Panmela Pacheco

quinta-feira, novembro 28, 2013

“Deixa”


Deixa acontecer,
Deixa rolar,
Deixa sonhar
Deixa pra lá.

Deixa de lado,
Deixa no canto,
Deixa pra vida,
Deixa pra lá.

Deixa falar,
Aprenda escutar,
Deixa zombar;
Apreenda a contrariar,
Deixa pra lá.

Deixa tudo,
Deixa a vida,
Deixa a crise,
Viva autoestima.
Deixa pra lá!

Deixa, deixa, deixa.
Porque deixar não vai te incomodar.
Deixa pra lá.

Deixa de lado,
E tudo irá mudar,
Deixa de ser bobo,
Deixa ser feliz,
Deixa acontecer;
Deixa pra lá.

Panmela Pacheco

sexta-feira, novembro 22, 2013

Impossivel

Hoje eu quero mais,
Hoje eu quero sorrir,
Quero cantar, não, mas chorar,
Só se for de felicidade.

Hoje quero brilhar,
Quero sonhar mais alto.
Gritar amor,
Suspirar de amor,
Viver de amor.

Hoje quero mais,
Mais de mim,
Hoje quero mais,
Mais viver,
Apaixonar, renascer.
Eu quero.

Hoje quero algo que me complete.
Me esquente,
Me enlouqueça.
Hoje quero mais prazer.
Quero êxtases.

Hoje quero ir à lua,
conhecer o sol,
Tocar as estrelas,
Hoje eu quero mais.

Hoje quero viajar em alto-mar.
Quero nadar, pode mergulhar.
Hoje eu quero!
Hoje eu quero tudo!
Tudo que encanta,
Que me dá esperança,
Hoje eu quero.

Hoje eu quero o poder,
Quero vencer, quero conquistar, sonhar.
Hoje quero brilhantes, diamantes.
Hoje eu quero!

Hoje quero querer,
Quero fazer acontecer,
Decidir, realizar.
Hoje quero por fim no querer, fazer.

Hoje eu quero tantas coisas,
Mas o que mais quero mesmo?
Esse nunca poderá ter.
O poder de vencer todos os querer...

Panmela Pacheco



segunda-feira, novembro 11, 2013

Molde



O que te faz refletir?
Pensar? Analisar? Avaliar ?

O que te deixa inquieta?
Incomodo ? Impaciente ?

O que te deixa magoado?
Triste? Calado ?

O que te deixa irritado?
Furioso ? Teimoso?

O que te deixa Feliz?
Sorridente ? brilhante ?

O que te faz amar?
Sonhar? Conquistar ?

O que te faz?
O que te torna?

O que muda sua performa ?
A vida? As pessoas ?

Ou dinheiro que te compra ?
O que te faz ?

Te faz pensar que tudo vai mudar?
O Sonho?

Ou, a Fé na luta pra conquistar?
O que te faz, fazer você?
“...”



Panmela Pacheco

quarta-feira, outubro 30, 2013

“Força, força aquela força; GRITE!”



Esperar, esperar, esperar e esperar.
O despertar, despertar à despertar.
Pra analisar, analisar o analisar.
E conversar, conversar à conversa.

Sem discutir, o discutir à discutir.
Vamos pensar, pensar o pensar.
Não reclamar, nem recuar.
Mas enfrentar, enfrentar o enfrentar.

Pra não calar, o calar que te cala.
Não faz silêncio por favor!
Quero ouvir o grito mais alto.
Aquele…

Que te sufoca, te enforca e te esgota.
Aquele que você finge não estar nem aí.
Por quê sufocar o que te sufoca?
Analisar o que te incomoda?

O que é torno nunca volta.
Ei! Deixa tudo pra lá.
Vamos falar.
Falar, o falar a te falar.

E aí o que te sufoca?
A fofoca, fofocada que sufoca?
iiih ! Deixa pra lá porque palavras sempre haverá.
E quem sabe dessas não nasça outra no vocabulário?

Sufocar, fofocar; usurpadora irá pegar- te!
Diga adeus ao adeus;
Bay, bay pra nunca mais.
Bay fofoca.
FORÇA GRITE MAIS ALTO.


Panmela Pacheco

terça-feira, outubro 22, 2013

"Silêncio ao telefone"



E enquanto ao telefone falava,
Em silêncio ficava,
Lembranças passava na memória,
Dos momentos, das horas;

A outra pessoa falava,
Mas a outra mal escuta,
Enquanto a outra questionava,
A outra viajava.
O corpo estava presente,
Consciente; Mas a mente?
Totalmente ausente.

Queria ela  acompanhar aquela conversa,
Mas a lembrança não deixará.
Até acompanhava, e estava tudo bem.
Até certo momento onde ouvira aquele nome,
Aquele que a mente perturbava;
E foi onde que o celebro não concordava,
E assim parava de raciocinar aquela conversa.

E se perguntava;
Por quê esse nome mexe com o interior,
Por quê ela não mais raciocinava,
Por quê o humor mudava?
A noite mudou,
A tristeza bateu
E o silencio chegou;

Aumentando aquela dor,
Que amenizada estava,
Chorou; resmungou;
E o silêncio a tomou…


Tum… Tum… Tum… Tum…

Panmela Pacheco

quarta-feira, outubro 16, 2013

" Questão"



Eu procuro entender as coisas,
As raízes da paixão,
As magoas , a solidão.
Procuro entender o porque de cada questão,
Se é que entende, eu não entendo como cheguei aqui.

Não entendo como deixei o tempo levar,
Como deixei o vento soprar,
Como deixei você ir assim.
Eu tinha tudo pra se feliz,
Pra te fazer feliz, mas escolhi abrir mão de você.

Hoje, estou assim sem você
Como futebol sem bola,
 Amor sem beijinho,
Circo sem palhaço,
E eu sei que não vai voltar.

Não sei se queria que você voltasse para mim.
Ou, se faria a mesma coisa, tudo de novo,
Não posso dizer que me conheço, porque sei que não...
Mas choro por seu sorriso que não tenho,
Sofro com as lembranças.

Sei que não é amor, mas sim a dor da perda,
É, perdi você!
a verdade você nunca foi realmente meu.
Você Simplesmente voltou de onde nuca deveria ter saído,
E me deixou aqui.
Sentindo falta de você
Querendo você,
Mas ciente que nada passa de uma ilusão, um sonho.
E no final dele acordarei sozinha de novo, sem você.

Sem você na memória,
Mas com você no coração,
Triste ilusão, será mesmo paixão?
Ou apenas dor de uma perda inesperada?

Es a questão...

Panmela Pacheco

terça-feira, outubro 15, 2013

"Arredio sentimentos ocultos"



Sem palavras aqui estou,
Sem palavras assim ficarei,
O mundo da voltas,
AS horas passam,
E eu aqui sem nada pra mudar.

Sem ver o sol brilhar,
Sem ver a chuva cair,
Sem ar, sem tudo.

Porque nada tem graça de se ver,
Nada é do jeiro que a gente quer,
Tudo estranho,
Confuso demais,
Tudo monoto,
Tudo sem graça.

Até as minhas ilusões,
Minhas esperançsa,
As espectativas,
O meu dia…

Tudo se vai…
Nada muda;
Será que não mudará?
Será que os bons dias virão?
Ou, tudo se acabará em mesmice.

Talvez.
E o vento levou me as palavras,
Assim estou, assim ficareí…
Porque se eu não mudar, as palavras engolirei.
E sem palavras ficarei.

 Panmela Pacheco

quinta-feira, setembro 26, 2013

“Fazer o que se é preciso”.




Chega uma hora que a decepção toma conta,
E sua vontade é de gritar aos quatros ventos,
Correr sem se limitar,
Chorar, mas não calar-se.

Mas o incomodo faz te calar,
Chorar sem ninguém perceber,
Ouvi e engolir as palavras,
Sorrir quando a vontade é resmungar.

Você sempre espera mais das pessoas,
Mais amor, sorriso, carinho,
Você espera atenção, talvez até um pouquinho de dedicação,
Mas elas, te decepcionam.

Você se entusiasma,
Você sorri como criança aos braços do pai,
Você até faz mais, e espera receber igual,
E acaba recebendo é NADA.

Claro que não devemos fazer nada, esperando retorno.
Mas quando se diz de á sentimentos...
Queremos mais,
Queremos à mais,
Queremos viver.

Mas, a vida nos ensina assim...
Que nada é do jeito que a gente quer,
Que tempestades nos ensina a viver,
Que o nascer do sol é sinal de amadurecimento, pois você venceu!

Não é fácil aguentar,
Não é fácil suportar,
Mais é assim quebrando a cara e amadurecendo.
E... Vida!


Panmela Pacheco

terça-feira, setembro 17, 2013

"Solidão"




Triste mesmo é sentir em não ser sentido.
É como ter o sol, e não poder sentir seu calor.
É como ter o sono e não poder dormi.

Ter os números e não poder conta-los,
Olhar e não enxergar,
Saber que alguém está falando,
Mais não escutar.

É andar sem destino,
É ler sem entender uma vírgula.
Abraçar sem ser abraçado,
Beijar e não ser beijado.

É sentir, mas, não ser sentida,
É amar e não ser amada.
É Fechar os olhos e sentir apagando se os sentidos.


Panmela Pacheco

terça-feira, setembro 10, 2013

Transformar


Uma transformação não é um de um dia para o outro,
Vem de dentro e com o tempo,
As vontade não vem de agora,
Elas já estavam plantadas, criando raízes.
Mais o tempo as trás com força,
Trancando sentimentos.

Tudo pode se transformar, se realizar,
Mais só as novas atitudes poderá mudar,
Não basta querer,
Não basta dizer,
Tem que fazer, criar coragem e expor.

Talvez você não será aceito pelas suas escolhas,
Pelas suas atitudes, por suas palavras
Ou até mesmo por sua nova fase de vida.

Talvez você se incomode com os comentários,
Se incomode com os olhares,
Ou, talvez você nem ligue.
Mas tem que estar preparado.

Preparada pra lutar,
Preparado pra ouvir,
Preparado pra falar,
Por que uma transformação pode trazer benefícios,
Como pode trazer malefícios.


Tudo é uma questão de tempo!
Porque transformar já é um grande passo.
O resto? É resto…
Deixa o tempo te explicar.
Deixe o povo falar.
Deixa o transformar se transformar-se. 

Panmela Pacheco

quarta-feira, setembro 04, 2013

Morte subita



A sensação de que você tem pouco dias pra viver,
Dá mais prazer em viver o pouco tempo,
Você esquece a dor.
Você começa a sonhar novos sonhos para esse tempo,
Avalia a vida e observa que não vale nada sem amor próprio,
Que bens, riquezas e conquistas se vão,
Que uma simples doença se torna grande, avassaladora.
Que essa pode chegar e levar todos os planos do final de semana,
Todos projetos da vida, sonhos e todas as connquistas,
Levar boas lembranças.

O fato de querer viver só aparece quando você sabe que ele não existe mais,
Ai sim, você dá valor à vida, porque você sente a dor da sobrevivencia,
A dor não de quem vai, mais a dor de quem fica.
Quem se foi, foi pra um lugar de descanço; talvez.
Mais quem fica, fica com as lembranças que não voltam mais.
E o que doí é saber que nunca mais não tem volta.
Só entende a dor da perda quem passa por ela,
Quem a sente, a vive, e luta contra a dor de um amor que se foi.
E foi pra sempre.

Não é um amor que o tempo apaga,
Que o vento leva, e as palavras fere.
É um amor incondicional que só um bem ou mal faz.
Bem pra quem sofre numa cama, e se vai.
Mal pra quem fica com a saudades.

Por saber que não veras mais aquele amor,
talvez descendo a viela de uma rua sorrindo ao te ver.
Não receberá mais o bom dia para começar o dia.
Não terá uma ligação na hora do almoço  só pra dizer oi.
Não receberá mais o boa noite das 22h.
E não dormirás com sorriso no rosto em saber que o dia terminou bem.


Essa dor mata lentamente quem fica,
Até que o tempo amenize, mais não se apaga.
Ilusão dizer que tudo passa, pode até passar mais as lembraças não se vão.

E antes que o dia termine, lembre se de tudo que fez durante seu dia.
O tempo voará, passará, mais a memoria te atormentará,
Se o pouco tempo que tens não valorizar.
Valorize as pessoas que valoriza você.
Porque se o tempo as levar você poderá com ousadia clamar.
Amei, lutei, chorei, perdi e venci mais do seu lado sempre fiquei.
A  maior dor, é a morte, então valoreze a vida.

Panmela Pacheco

segunda-feira, agosto 26, 2013

Infância



Bom mesmo se pudesse acorda todas as manhãs sem despertador;
E levantar sem alguém mandar,
Tomar café sem ao menos se preocupar se o dia vai passar,
Assistir talvez um programa de TV para distrair,
Se o sol brilhar? Vamos uma bola jogar, boneca brincar.
Mais se a chuva chegar, um bom filme e edredom está a me esperar.

Chocolate quente, pipoca, chips e refrigerante.
Uma opção de guloseimas para dia todo,
Nada de almoço, nada de jantar,
É sobremesas todas as horas até os olhos virar.

Não se preocupar com amanhã,
E nem quantos quilos ganhar,
Abusar das tardes quentes açaí e sorvetes tomar.
Pular corda, amarelinha, jogos de mesa ou sentar e pintar.

Chamar mãe todas as horas só pra saber onde ela está.
Sentir que seus olhos protegem  mesmo se longe ela está,
Chamar o vovô e a vovó pra histórias me contar,
Passar a tarde juntos e comer bolo de fubá.

Tirar um bom cochilo depois do jantar,
Acorda sem compromisso e comer cachorro quente,
Doce de amendoim, bala de Yorgute, e com danoninho o nariz lambuzar.
Doce memória, doce dias, um passado tão gostoso que vale a pena lembrar.



Panmela Pacheco

quarta-feira, agosto 14, 2013

"Só de passagem."


É preciso estar pronto para a vida,
É preciso sorrir mesmo que venha a vontade de chorar,
É preciso disfarça os momentos,
Guarda as lembraças, e viver como se não houvesse o amanhã.
É preciso sonhar, lutar pra sobreviver.
É preciso conquistar um coração,
Apaixonar , amar e confiar.

É preciso correr contra o vento,
Andar descalço e na chuva,
Sentir o o sol queimando a pele,
E a brisa de todas as manhãs,
É preciso viver, é preciso lutar.

É preciso comer o que tem vontade,
Antes que a saúde o tire as vantagens.
É preciso saltar de alegria, mesmo que esteja rodeados de furia.
É preciso abraçar e ser abraçado,
É preciso falar, ouvir e até mesmo resmungar,
Mas não deixar nada te calar,
É preciso expor o sentimento, antes que seus pensamentos o exponha.

É preciso aceitar uma correção,
Fazer uma lição, corrigir e consertar.
É preciso determinação, confiança em sí e dedicação.
É preciso se policiar, mas brincar e agitar o lugar,
É preciso viver a vida com mais designação.        
É preciso caminhar a uma direção.

É preciso parar, pensar e refletir,
E lembrar que a vida é passageira,
Que tudo nela se conquista, mas nada dela se leva...
Por isso é preciso viver!

Panmela  Pacheco