quarta-feira, maio 27, 2015

O que é Amor?


O que é o amor?
Quatro letras e um sentimento?
Um sentimento em apenas quatro letras?

Amor?
O amor pode dizer muitas coisas,
O amar quem o ama, se é que sabe o que isso significa.
Amor pela família, amigos, pessoas que não conhecemos,
Mais amamos com alma, amamos pela gratidão.

Mais será que isso mesmo é amor?
Será que somos capazes de dar nossas vidas por amor?
Será que temos esse amor por nos?
Amor, que não tirar a vida por um simples  sentimento “paixão”.

O amor, tem inúmeros significados, dependendo de qual forma coloca-lo.
Mais acredito eu, que o amor maior, é o amor próprio.
Amor que se zela, que se cuida,
Amor que não se deixa levar por qualquer palavra,
Amor  pela vida.

Se você souber o que é esse amor,
E souber lhe dar com ele,
Viver ele, e amar-te sobre todas as coisas.
Com certeza você estará pronto (a) para amar.

Porque esse amor supera circunstância,
Constrói uma mente forte,
Não quebra sua própria índole,
Não se deixa envaidecer, se perder por encantos.

Porque esse amor se ama.
Valoriza-se, se descobre, se conquista.
Esse amor é por você mesmo!
“O Amor próprio”.


E ai? Você sabe o que amar?

Panmela Pacheco


Uma História, uma data, um dia, uma hora, um amor



Era sexta-feira treze,
Quando ele sem perceber,
Deixou de perceber o que tinha que perceber.

Talvez o seu dia foi carregado,
Ou o aniversário de sua filha o preocupou ,
talvez o presente  dela tirou sua atenção.

O dia passou a noite chegou,
Talvez se lembrasse, mais de lado ficou.
Celular descarregou, mais por não o carregou?

E uma dúvida no coração dela plantou...
Mais a ela um poema ele recitou.

Segunda, não tenho planos,
Terça, acho que te amo,
Quarta, não te vejo,
Quinta, te desejo,
Sexta, te quero,
Sábado, te espero.
Domingo, foi um sonho.

Ela de canto se encolheu,
Seu coração entristeceu,
A voz se calou,
A lagrima rolou.

Era pra ter sido diferente,
Mas suas palavras não a convencerão.
E mais uma vez ela fecho seu coração.
E ela o deixou...

Nem explicações a convenceram,
Nem a lagrima a comoveu,
Talvez ele a amasse demais,
Mais um uma falha perdeu esse seu amor.


Triste ambos ficaram,
Ela por não conseguir continuar,
Ele por não aceitar.
Aceitar um perdão sem volta,
Uma chance não dada.

Panmela Pacheco

domingo, maio 03, 2015

Ambiguidade


Na verdade escrevo sobre tudo,
 E sobre nada,
Expresso o que quero dizer,
Quando na verdade escrevo o que não sinto.


 Tento entender o porquê,
 Quando na verdade já tenho respostas dentro de mim.
 Gosto de esclarecer, quando na verdade quero confundir.

E Quando é para confundir,
Digo coisas sem sentido.
 Por que no fundo no fundo, 
Não quero que ninguém entenda.



Panmela Pacheco

quinta-feira, abril 30, 2015

Cerimônia



Ela caminha entre os amigos,
Sorri frequentemente,
Abraça, e é abraçada.
Nada tira aquele sorriso,
Nada faz mudar aquele semblante  de 100% feliz.

O silêncio por um tempo a toma,
Seus olhos fixa ao nada,
Claro ninguém repara,
Sozinha encostada na árvore,
Ela vai além, dos seus pensamentos.

Passa um filme em sua memória,
Ela sorri, vira os olhos,
Mais também chora,
Ela escreve sua história.

Seu mundo é diferente,
Não consegue realmente escrever o que sente.
Carrega dúvidas em seu olhar,
Que ninguém consegue captar.

É ela sabe disfarçar.
Até que tenta  explicar,
Tenta escrever,
Compor nas musicas,
Mas nada a faz expressar.
Que mistério?
Porque será?

O que tem atrás desse olhar?
Mistério...


 
Panmela Pacheco

segunda-feira, abril 27, 2015

" Devaneios"


Às vezes é preciso parar para refletir,
Naquele tempo...
Onde havia alegria,
Mas também a tristeza.
Onde havia sorrisos,
Mas a alma chorava.

Onde ouvia se canções para limpar a mente, limpar o coração.
Onde tudo era puro, mas também escuro.
Também havia um casulo que nunca virava borboleta.
Por medo talvez...

Onde o sol brilhava, mas não esquentava.
Onde a noite caia em lagrimas,
Onde o travesseiro era lenço.
Nada, e nada mais acontecia...

Talvez o tempo passe e mude...
Talvez a lagrima se vá,
Talvez a tristeza se vá...

Mais é preciso chorar,
Se rasgar, afastar...
Porque no final de tudo você amadurecerá.
e perceberá que a vida é uma piada mal contada,
Mais que te faz refletir,
E percebe que conto de fadas é apenas conto.


Panmela Pacheco

Significado Devaneio: Estado de espírito de quem se deixa levar por lembranças, sonhos e imagens.

7 de Março ou Melhor Carnal 2014



Eu não te fiz nenhum poema;
Não separei nenhuma música que o lembrasse;
Não marquei datas,
não declarei paixões,
Não mostrei amor,
Mas te amei!

Não postei fotos juntos,
Não fui simpática quando deveria;
Não comentei sonhos,
Não vivi como deveria,
Tive medo em segredos;
Mas te amei.

Eu te amei cada manhã,
Cada sorriso;
Cada abraço seu;
Seu olhar, seus beijos;

É eu te amei, e deixei você parti.
E hoje sonho tudo que tive vontade de viver com Você.

Panmela Pacheco


"Culpa da bicicleta"

Depois  de 1 anos e quase 4 meses sem postar nenhum texto no meu BLOG "Sem palavras".
Hoje, voltei, é acho que com vontade de estar frequentemente escrevendo.
Segue mais um texto fresquinho. Espero que gostem!
Abraços!  Saudades do meu cantinho... rs





Era quase 19 horas e o telefone não tocava,
Mensagem não chegava como de costume as sextas-feiras.
A noite estava mais fria.
A fome era maior.
E não era sexta-feira 13.

Estava tudo muito estranho,
Tudo muito longe.
Era fechamento do mês.
A contabilidade vivia em horas extras.
Mais uma vez ela saiu às 20 horas.
Para sábado estar ali novamente.

E telefone? Nem tocava...

Uma surpresa, talvez, às 23 horas a ligação chega em casa.
Nada acontecera, mas estava frio, quieto demais.
Por dentro apenas chorava.
E ele nem notará.

Dormiu com ela como todos os finais de semana.
Pra ela era lindo estar do lado dele.
Não exclamava,
Nesta noite, ela apenas o abraçava fortemente.
 Como se fosse a ultima vez.

Sábado, chegou...
Ele a levou para trabalhar,
E ele foi pedalar, mais nem disse á ela.
Ela simplesmente o disse:
- Não iria me dizer?
Ele calou se.

O dia passou e a culpa não foi da bicicleta,
Não foi da noite fria,
Não foi do abraço, nem da lágrima que escorria quando ele se foi.

A culpa foi talvez de alguém,
Alguém que deveria expor seus sentimentos,
Acreditar, e enfrentar seus medos,
Alguém que deveria amadurecer.

Mas a culpa ficou nela, na bicicleta,
E se foi como sempre, sem nenhuma palavra dita.
Sem sorrisos, sem abraços, sem esperanças.
E mesmo assim todos finais de semana estavam juntos,
mais sem palavras e com a bicicleta.


Panmela Pacheco