segunda-feira, dezembro 03, 2012

Amor Platônico anônimo (minha versão- história real)




Já estava beirado a meia- noite quando tudo começou,
Ao telefone com meu amigo anônimo,
Lembrávamos de momentos que vivenciamos juntos,
Eu vivendo de um lado e ele do outro.

Incrível que não nos conhecíamos pessoalmente,
Mais amávamos como se nos conhecêssemos,
Pelo menos achávamos que era amor.
Era um amor platônico,
Amor de criança, amor sem esperança,
Mais que nos fez chorar,
E o mais engraçado de tudo isso é hoje lembrar.

Continuamos amigos,
A contar nossas histórias, rir das memorias,
E saber o quanto eramos digamos “bobos”,
Foi um tempo legal, podemos dizer que até especial.
Tínhamos ate uma música,
Papas na linguás, “EU SEI”.
Dá pra acreditar? Que já ate chorei ouvindo-a!
Hoje choro de rir de mim mesma, choramos…

Incrível que ele namorava, e ainda namora a mesma.
Mais fazíamos juras de amor, e diz ele que ate em namoro o pedi!
Eu não acredito muito não, mais como mal lembro de algumas coisas,
Eu só faço a rir, ou chorar de decepção comigo mesma… rs
Brincadeira Sr. Anônimo!

Um dia nos conhecemos mais sem nos amarmos mais,
Apenas pela curiosidade dos anos.Poxa depois de quase dois anos!
A única coisa que lembro ainda vagamente é de suas lentes verde turquesa.
E ele diz que lembra como estava, blusinha branca e calça jeans clara.
Poxa! Nem eu lembrava.
Passaram se anos,
E ainda rimos de tudo isso que um dia aconteceu,
E Somos amigos a cinco anos, antes tínhamos nossas historias,
Falávamos altas horas sobre nos, hoje?
Falamos dos outros, e das histórias que ele anda aprontando.
Confesso que choro de rir, “o pescador”! rs.
Mais o legal de tudo isso é que ainda somos amigos,
Porém nos vimos apenas uma vez,
Mais é como se conhecêssemos á anos pessoalmente,
E aquele amor louco, graças a DEUS não existe mais,
FAZ TEMPO! Apenas ficamos nas vagas lembranças,
E choramos de rir toda vez que lembramos.


É, e a musica até q fez sentido em nossa amizade,
“…Eu sei tudo pode acontecer…”
Hoje vejo que pode mesmo!
Vaga lembrança de nosso amor platônico anônimo,
Espero que fique sempre na memória,
Até que a morte nos separe, EPA!
Melancólico demais, até que ponhamos um FIM.
Espero que NUNCA!

Panmela Pacheco








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