quinta-feira, maio 10, 2012

Desabafo




Queria colocar no papel tudo que passa aqui dentro...
Minha mente parece um vulcão entrando em erupção, são perguntas que não se cala, são atitudes que me deixa confusa, são momentos que não consigo lembrar, são  letras de musicas que disparo a cantar, canto como se estivesse sentindo as, mas, percebo que não passa de melodias, porque não tenho por quem senti, pra quem senti las. Me pego sorrindo de  lembranças que não volta mais, chorando sem saber o porque, as vezes me sinto madura de mais, criança de mais e as vezes não sinto nada. Há momentos que procuro saída, corro da vida, e às vezes vivo a vida, procuro pessoas mais velhas, talvez para saber se me entendem,  mais percebo que tão pouco consegue assimilar o que falo, talvez, eu não saiba me expressar nas palavras, ou  , elas sabem as respostas e preferem que eu as viva. Sei que a vida é pra ser vivida, mais procuro atalhos para algumas saídas, errada? Talvez sim, mais procurando evitar as feridas. O incrível, é que quando procuramos resposta, vem somente às perguntas, e quando as perguntas têm resposta, perdem a graça, vem a dúvida, a aflição, a incerteza toma conta, e começa tudo de novo a vontade de pegar o papel e a caneta;e desabafar, não para que as pessoas entenda, mais simplesmente para tirar as palavras cravadas na mente e no coração.


“Cada pessoa tem uma certa paixão, paixão por música,  por livros, animais, flores, carros,  mas e eu,  simplesmente sou apaixonada por escrever”.

Panmela Pacheco

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